Pérolas Esparsas nos Labirintos do Tempo
Sandra Couto
Déa Falcão
É preciso olhar agudo para distinguir as pequenas pérolas, esparzidas pela vida nos caminhos do labirinto. Reuni-las é trabalho artesanal e minucioso, mas o resultado – toda a fieira numa ordem que só conhece quem viveu e palmilhou as vias sem saída e o dédalo de secretos escaninhos – é precioso autorretrato, revelando, como nenhum pintor o conseguiria, a pessoa em sua integridade.