De Cores, Diversos
Jorge-Arildo
Criação ou geração espontânea, em tudo palpita cor... Bolas, bolinhas, caixinhas; confete e serpentina, papeizinhos. Versos colorindo as linhas... Da mais solene à impactante tinta, a cor não imbeciliza; sensibiliza dignificando o sentido. Tamanha generosidade... Haja sensibilidade para lidar com isso! O homem sábio é feliz; sangue bom! Na intensidade das cores, o autor tudo isso percebe e se envolve: conexão!